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Para venda Terreno Urbano com 59400m2 Santa Maria da Graça Setúbal - excelente localização, água
10.000.000€
thumbPara venda Terreno Urbano com 59400m2 Santa Maria da Graça Setúbal - excelente localização, água
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t1t2t3REF AV-PBI-124059.400m²Venda
Terreno urbano no Seixal com projeto de investimento habitacional. Este terreno de 59.400m² com projeto engloba uma área prevista para a construção de habitações de 53.460m², área para o comércio de 2970m² e área para escritórios de 2970m², acima do solo. Abaixo do solo: 20040m² para estacionamento e 2505m² de área técnica e arrecadações. Encontrará aqui um excelente projeto de investimento com presente e futuro na bonita Baía do Seixal. A arquitetura proposta no projeto apresentado é meramente ilustrativa, não é a solução final. A proximidade ao parque nesta zona nobre do Seixal, foi inaugurado em 2001, tendo-se conseguido ligar, através de uma grande zona verde, a área do Tribunal e da Biblioteca Municipal com a frente ribeirinha. O desenvolvimento em encosta permite usufruir de amplas vistas sobre a Baía do Seixal e o rio Tejo. O parque possui extensos relvados e um canal de água que, com as suas quedas de água, lagos e fontes, percorre toda a encosta animando este espaço e introduzindo sons e movimento. Tudo aconteceu à volta da Baía, desde a época romana, comprovada pelos sítios arqueológicos da Olaria Romana da Quinta do Rouxinol, em Corroios, e da Quinta de S. João, em Arrentela, à época dos Descobrimentos e até aos nossos dias. O nome Seixal deve-se, provavelmente, à grande quantidade de seixos existentes na zona e que eram utilizados como lastro nas embarcações. Terra de pescadores e de quintas senhoriais, o concelho do Seixal evoluiu ao longo dos tempos, sempre com uma íntima ligação ao rio, pois era através deste que produtos como o peixe, cereais, sal, azeite, vinho, fruta e outras matérias-primas eram escoados para a capital e até exportados. Já no século XV, na época dos Descobrimentos, foi devido à sua excelente localização geográfica e à existência de importantes recursos florestais, que se instalaram no Seixal vários estaleiros navais e se iniciou o aproveitamento das marés com a construção do moinho de maré de Corroios, em 1403. Com esta profunda ligação ao rio existiam, naturalmente, diversas profissões como moleiros, calafates, carpinteiros de machado, barqueiros, entre outros. Em redor da Baía, é possível observar um conjunto de unidades fabris que foram o grande impulsionador do desenvolvimento económico do concelho, como a Companhia de Lanifícios da Arrentela, a fábrica de cortiça Mundet, no Seixal, e os edifícios das secas de bacalhau na Ponta dos Corvos. As instalações fabris transformaram um concelho relativamente rural num concelho industrial. A inauguração da Siderurgia Nacional, em 1961, e da ponte sobre o Tejo, em 1966, foram os grandes impulsionadores da explosão demográfica e do desenvolvimento económico e social no concelho. Nos dias de hoje, o concelho tem cerca de 160 mil habitantes, é constituído pelas freguesias de Aldeia de Paio Pires, Amora, Arrentela, Corroios, Fernão Ferro e Seixal e possui dos valores mais elevados do país relativamente ao progresso educativo, cultural, social e económico.
Para venda Lote com 1056878m2 Vale da Rosa São Sebastião Setúbal
28.900.000€
thumbPara venda Lote com 1056878m2 Vale da Rosa São Sebastião Setúbal
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t1t2t3t4REF AV-PBI-12511.056.878m²Venda
Venda conjunta de 84 imóveis (lotes de terreno) distribuído por 3 operações urbanísticas (PIP) aprovadas pelo valor de 28.900.000€, com Área Bruta de Construção de 239.840m², dos quais 189.489m² para habitação. Classe Energética: Isento Setúbal nasceu do rio e do mar. Os registos de ocupação humana no território do concelho remontam à pré-história, tendo sido recolhidos, em vários locais, numerosos vestígios desde o Neolítico. Foi visitada por fenícios, gregos e cartagineses, que vinham à Ibéria em procura do sal e do estanho, nomeadamente a Alcácer do Sal, povoação até à qual o rio era então navegável. Durante a ocupação romana, Setúbal experimentou um enorme desenvolvimento. Os romanos instalaram na povoação fábricas de salga de peixe e fornos para cerâmica, que igualmente desenvolveram. A queda do império romano, as invasões bárbaras e a constante pirataria de cabotagem causaram a estagnação, senão mesmo o desaparecimento, da povoação entre os séculos VI e XII. Nomeadamente neste último século, não existem quaisquer registos da povoação, 'entalada' entre a Palmela cristã e a Alcácer do Sal árabe. No século que se seguiu, a realeza e a nobreza de então fixaram residência sazonal em Setúbal. A época dos descobrimentos e conquistas em África trouxe a Setúbal um grande desenvolvimento, tendo D. Afonso V e o seu exército, em 1458, partido do porto de Setúbal à conquista de Alcácer Ceguer. Ao longo do século XV, a vila desenvolveu diversas atividades económicas, ligadas sobretudo à indústria naval e ao comércio marítimo, tirando rendimentos elevados com os direitos cobrados pela entrada no porto. É dos finais do século XV, princípios do XVI, período de franco desenvolvimento nacional, que data a construção do Convento de Jesus e da sua igreja, fundado por Justa Rodrigues Pereira para albergar a ordem franciscana feminina de Santa Clara, sendo, muito provavelmente, obra arquitetónica do Mestre Diogo Baitaca, o mesmo que se ocupou do Mosteiro dos Jerónimos.
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